domingo, 12 de abril de 2009

A Arte de Duchamp em São Paulo


Considerado um dos maiores artista do século 20 e revolucionário da arte , a obra de Duchmap invande São Paulo


A exposição que acontece a partir do dia 28 de março no MAM (museu de arte moderna), no parque do Ibirapuera em São Paulo. Reproduz a atmosfera do primeiro estúdio de duchamp em Nova York.


Marcel Duchamp é considerado o artista complexo e anárquico na esfera artística, influenciado por "gênios" como Leonardo Da Vinco e Pablo Picasso, nacse de Duchamp a idéia de que uma obra só está completa quando, é somada à interpretação do telespectados à ela.


A Exposição mostra ilustrativamente um Duchamp avançado para sua época. Ela mostra através de fotografias todo o espírito do artista considerado enigmático e desprovido de qualquer sentido heróico, sua arte é considerada feita para pensar em conjunto.
A Augusta é de todos.

Conhecida hoje como referência da prostituição da capital paulistana, a Rua Augusta já foi referência de moda e atualmente celebra a diversidade.

Milhares de pessoas todos os dias circulam pela Rua Augusta com seus mais diferentes estilos. Na maneira de se vestir, tribos que circulam pelas calçadas, gastronomia variada, moda, teatro, casas noturnas e comércio é possivel defini-la como umas das ruas mais ecléticas de São Paulo.

No passado.

Maria Augusta era assim o nome dado antes de chamar simplesmente Augusta, nos anos 60 foi refêrencia de glamour e diversão, jovens faziam dela um ponto de encontro aos finais de semana para irem ao cinema Majestic ou a lanchonete Hot Dog, onde só se serviam dois lanches o hot dog e Hambúrguer.
O comerciante Geraldo Lima , 65 anos morador da região diz: “Aqui era lugar de encontro dos amigos e paqueras , eu ficava encostado no carro com meus amigos conversando, era bacana”. Esta mesma rua foi quem teve a primeira boate Gay de São Paulo e teve o primeiro espaço multicultural do país o Pirandello, neste local era possível encontrar vários músicos, atores de teatro e personalidades.

Nos dias de hoje.

Não muito diferente do passado, jovens com idade entre 14 e 25 anos frequentam hoje as calçadas da Augusta. Há um grupo de emos que ficam nas calçadas consumindo bebida alcoolica e conversando, além deles é possivel ver também a turma do Rock in Roll, as prostitutas , os moradores de ruas , vendedores ambulantes , pessoas que param com seus carros importados para ir a baladas mais requintadas.Todos circulam e fazem desta rua, de maneira ímpar o que é cidade de São Paulo.
Os bares e as casas noturnas estão sempre bem movimentados, dando cara de bohemia às suas esquinas . Você encontra um boteco, um hotel cinco estrelas, uma boate simples, uma balada chique um ao lado do outro e estes estabelecimentos convivem em perfeita harmonia.
Milena Doranadeli 23 anos, frequentadora da rua diz: “A Augusta é o lugar onde tudo pode acontecer, é a cara de São Paulo uma rua como esta, não poderia ser diferente, essa região acolhe todo mundo, o legal daqui é isso, a mistura de gente.”

A Augusta também é lembrada por ser uma rua muito violenta e há pessoas que não acham ela tão glamurosa assim, andar na rua sozinhoà noite por ali é um ato corajoso que poucos se arriscam, tanto que quem trabalha nas calçadas, como as prostitutas por exemplo não arriscam ficar sozinhos.

Uma Rua que tem em sua extensão bairros como o Jardins e o centro de São Paulo e é paralela a avenida que é o coração da capital paulista e ainda tem em sua história fatos que revelam de onde nasceu essa mistura , permitindo que vários comércios funcionem um ao ladro do outro atendendo a todos os gostos, abraçando todos os estilos. Enxergamos que onde se encontra arte, música, gente trabalhando, gente se divertindo ao mesmo tempo define-se ali o palco central da celebração da diversidade.
Divã na Unisant'anna
O filme protagonizado pela atriz Lília Cabral tem umas de suas primeiras exibições na capital paulistana, na Unisant'anna.

A pré estréia do filme o Divã, aconteceu na Unisant'anna no dia 02 de Abril, o evento foi organizado pelos alunos do 3° semestre de relações públicas da universidade, foi exibido no auditório no bloco I para os estudantes do curso de Comunicação Social e contou com a participação do roteirista do filme Marcelo Saback.

Alunos, professores e o coordenador do curso de comunicação social Roberto Mecca, participaram da pré estréia do filme, houve antes da exibição do longa metragem uma rápida entrevista com o roteirista do filme Marcelo Saback, Marcelo ao falar sobre o filme diz: “O Divã tem três realidades, o livro, o teatro e o filme e já é um sucesso”. Um estudante de relações públicas, que participou da organização do evento Gabriel Sandrini, afirma: “é legal para nós alunos, participar da construção de um evento como este aqui na faculdade, é bom praticar a profissão logo cedo”. Alguns estudantes que assistiram ao filme relatam a sensação que tiveram, Rodrigo Silva, estudante do 1° semestre de jornalismo diz: “O filme é maravilhoso, a Mercedes é perfeita e você ao assistir o filme fica com a sensação de que a vida não é tão trágica quanto parece, no filme ela se relaciona com os dramas e as comédias da sua vida de maneira muito bacana”.

O filme que é protagonizado pela atriz Lília Cabral, narra à história de Mercedes uma mulher casada, que um dia decide ir fazer análise com um psicanalista, para tentar descobrir o segredo de ser tão feliz. No decorrer da terapia ela descobre a necessidade de se conhecer mais como pessoa, de realizar sonhos e desejos e a superar desafios que surgem no decorrer da vida. O longa metragem conta ainda com a participação dos atores, José Mayer, Reinaldo Gianechinni e Cauã Reymond. O Divã estréia no cinema em 17 de Abril de 2009.

domingo, 15 de março de 2009

Escrevo para deixar a alma aflorar, a ansiedade acalmar, o amor prevalecer.
Escrevo o que vem e volta para o coração, não há nada de novo, há o escondido.
Escrevo o que sinto o que vejo, o profano, o sagrado, o perdão e o pecado!
Não me sinto superior com o que escrevo, mas me sinto mais perto do céu.
Ao escrever entrego, liberto, exagero, busco, ganho, cresço, aconteço, enlouqueço.
Escrevo o que a voz não consegue dizer e o que os olhos e os gestos não são suficientes para mostrar !


Letícia Rosa

quarta-feira, 4 de março de 2009

Léo essa é pra vc !!kkk

O céu é azul , o sol é amarelo
se eu te der meu telefone, você me leva para o seu castelo?!

Você diz que me ama mas nunca me provou
Se me ama de verdade, porque roubou minha bicicleta?


(esse poema foi feito na aula de escrita jornalística dia 03/03 em um momento de grande descontração no laboratório kkkkkkkk e é exclusivamente dedicado ao Léo)

domingo, 1 de março de 2009

O futuro do jornal impresso!!

Os Jornais impressos vão desaparecer? A pergunta que não calar principalmente para os profissionais do jornalismo, pois jornal impresso sustenta muita gente.
Com a era da internet que nos permite ter informação mais rápida o jornal impresso perdeu um pouco seu espaço diante das novas mídias, e levantou questões como o que será do seu futuro.
Já existe até previsão para o fim do mesmo em seu livro, The Vanishing Newspaper ,Philip Meyer afirma que em até o ano de 2043 será o fim da notícia impressa, e a era digital vai dominar o jornalismo, como já vem dominando algum tempo, pesquisas realizadas em dezembro de 2008 de acordo com Pew Research Center for the People & the Press revelam que quase 6 em 10 pessoas com menos de 30 anos tem a internet como sua fonte principal de noticias, isso não é espantoso tendo em vista que na internet é possível ter notícia de graça e no jornal impresso tem que se pagar por ela.
Mas só será possível o extermínio do jornal impresso, quando as novas mídias conseguirem sincronizar a rapidez da informação com o conteúdo da notícia, sim porque mesmo o jornal impresso sendo diário ele nos permite um detalhamento melhor dos fatos do nosso dia a dia, há quem defenda o jornalismo impresso diferente para que ele permaneça, Ricardo Noblat no seu A arte de fazer um jornal diário defende o compromisso com a verdade, e investigação jornalística para que o jornal “nosso de cada dia”, ganhe cada vez mais credibilidade e possa se fazer assim um jornal diferente do que é feito hoje onde as empresas jornalísticas se preocupam muito mais em vender qualquer notícia do que cumprir seu papel de fazer jornalismo imparcial e com responsabilidade.O fim do jornal impresso não está tão próximo assim porque ele e a internet por exemplo possuem características diferentes , o primeiro sua vez usa de fotos e detalhamento da notícia para prender o leitor , a internet por sua vez usa da rapidez para informar às pessoas que não possuem tempo para passar em frente a uma banca de jornal mas não abrem mão da informação. O jornalismo digital pode crescer sim, essa é sua tendência de acordo com o mundo que vivemos hoje , e dar nova cara ao jeito de fazer notícia mas o jornal impresso contará sempre com a fidelidade daqueles que gostam de sujar as mãos de tinta lendo suas páginas de jornal.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Caraca amanhã volto pra facul... tô ansiosa, mais um semestre
Que saudades daquele povo doido, aguenta coração !!!

Um trechinho:

O tempo é remédio para alma, ele cura, transforma, edifica
O medo nos dá vontade de recuar, mas temos que ficar só na vontade, porque se virar fato
ai é covardia!
Abrir -se para o novo é deixar o passado para trás, não enlouquecer pensando no futuro e viver feliz o presente!!
Vamos começar?!